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	<title>Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade</title>
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	<description>O IETS pesquisa, prop&#245;e e promove estudos, solu&#231;&#245;es e discuss&#245;es sobre desafios e estrat&#233;gias de desenvolvimento justo e sustentado para o Rio de Janeiro e o Brasil.</description>
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		<title>Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade</title>
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		<title>Um olhar modernizador das rela&#231;&#245;es e do mercado de trabalho no Brasil</title>
		<link>http://iets.org.br/spip.php?article4</link>
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		<dc:date>2017-04-19T00:33:49Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Suporte Calepino</dc:creator>


		<dc:subject>Mercado de trabalho</dc:subject>
		<dc:subject>Emprego e renda</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;ticas trabalhistas</dc:subject>
		<dc:subject>CLT</dc:subject>
		<dc:subject>Rela&#231;&#245;es de trabalho</dc:subject>
		<dc:subject>Leis trabalhistas</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;O projeto analisa os incentivos perversos que a legisla&#231;&#227;o trabalhista brasileira promove, o que acaba por prejudicar os trabalhadores. Ao identificar aprimoramentos institucionais que possam reverter essa situa&#231;&#227;o, o projeto busca lan&#231;ar um olhar modernizador sobre a legisla&#231;&#227;o e as rela&#231;&#245;es de trabalho no Brasil atual.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="http://iets.org.br/spip.php?rubrique3" rel="directory"&gt;Projetos&lt;/a&gt;

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&lt;a href="http://iets.org.br/spip.php?mot39" rel="tag"&gt;Mercado de trabalho&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://iets.org.br/spip.php?mot41" rel="tag"&gt;Emprego e renda&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://iets.org.br/spip.php?mot66" rel="tag"&gt;Pol&#237;ticas trabalhistas&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://iets.org.br/spip.php?mot67" rel="tag"&gt;CLT&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://iets.org.br/spip.php?mot68" rel="tag"&gt;Rela&#231;&#245;es de trabalho&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://iets.org.br/spip.php?mot69" rel="tag"&gt;Leis trabalhistas&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;De maneira relativamente homog&#234;nea, ainda que varia&#231;&#245;es destoem do padr&#227;o geral, como &#233; o caso do Chile, a Am&#233;rica Latina apresenta legisla&#231;&#245;es trabalhistas consideradas r&#237;gidas e, em muitos casos, anacr&#244;nicas. H&#225; no pa&#237;s um debate intermin&#225;vel e pouco efetivo sobre a necessidade de uma reforma da legisla&#231;&#227;o trabalhista de modo a torn&#225;-la mais flex&#237;vel e menos dual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde 2003, no entanto, com a pol&#237;tica de expans&#227;o dos gastos p&#250;blicos e do cr&#233;dito e com a melhora dos termos de troca, assistiu-se a persistentes quedas nos n&#237;veis de desemprego e da informalidade, fazendo crer para alguns que bastava o crescimento acentuado que as quest&#245;es estruturais do mercado de trabalho seriam resolvidas.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Apesar desse resultado favor&#225;vel e de n&#237;veis muito baixos de desemprego, o pa&#237;s assistiu no per&#237;odo &#224; amplia&#231;&#227;o da hist&#243;rica e elevada taxa de rotatividade da m&#227;o de obra. Esse paradoxo de baixo desemprego e elevada rotatividade suscita uma s&#233;rie de quest&#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse relat&#243;rio, argumentamos que esses aparentes paradoxos s&#227;o explicados pela constata&#231;&#227;o de que a legisla&#231;&#227;o trabalhista do pa&#237;s incentiva os trabalhadores a ficarem pouco tempo na mesma empresa. O mesmo ocorre para as firmas. A legisla&#231;&#227;o define ganhos de curto prazo tanto para trabalhadores quanto para empresas e, assim, refor&#231;a a &#8220;instabilidade&#8221; da rela&#231;&#227;o de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A alta rotatividade do trabalho, por sua vez, ao prejudicar e inibir o investimento em treinamento e qualifica&#231;&#227;o da m&#227;o de obra, acaba por restringir o ac&#250;mulo de capital humano dos trabalhadores, limitando o aumento da produtividade e gerando, assim, efeitos negativos na capacidade de competi&#231;&#227;o das empresas e dos produtos nacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma revis&#227;o completa da legisla&#231;&#227;o trabalhista encontraria conhecidas resist&#234;ncias de ordem pol&#237;tica e corporativista, sugerindo que a melhor estrat&#233;gia para enfrentar essas limita&#231;&#245;es pode se dar atrav&#233;s de aprimoramentos institucionais pontuais que alterem a estrutura de incentivos definida pela legisla&#231;&#227;o. A escolha destes aprimoramentos institucionais deve ser norteada por tr&#234;s princ&#237;pios basilares: (a) parcim&#244;nia; (b) efetividade; e (c) busca de aumento da produtividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram identificados, nesse relat&#243;rio, alguns instrumentos com potencial de reduzir a elevada rotatividade da m&#227;o de obra no Brasil. Esses instrumentos visam alterar a estrutura de incentivos de trabalhadores e de firmas que atualmente estimulam a ruptura do contrato de trabalho. A ideia &#233; que, sendo a rotatividade inibidora do aumento da qualifica&#231;&#227;o da m&#227;o de obra, instrumentos que a reduzam tender&#227;o a elevar o estoque de capital humano acumulado pelos trabalhadores, pois estimular&#227;o o investimento das empresas na sua capacita&#231;&#227;o com esperados ganhos de produtividade da for&#231;a de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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